Difícil encontrar as palavras para descrever as surpresas que esta primavera me tem trazido: eu só tenho que olhar, sentir, notar, anotar, registar... sem tintas e pincéis vou fazendo os possíveis, com a ‘máquina fotográfica’...ela aqui está, a minha papoila nascida de semente talvez trazida pelo vento!
Se eu fosse pintora, pintaria-tentaria os várias tons que brotam a cada dia: os vermelhos desta papoila-doméstica, os contrastes do sol e sombra, os múltiplos e infinitos verdes.



